As agencias de inteligências difundem para evitar maiores análises, que aprofundem conhecimentos que tragam à luz seus verdadeiros objetivos.
Pedra Augusto Pinho*
O sentimento de nação, de pátria é muito forte e não há porque não o ser. Do mesmo modo que a mãe é a primeira referência do bebê, a família da criança, a pátria, a nação é do jovem e bem antes de prestar qualquer serviço civil ou militar à comunidade ou ao País. Vem das disputas esportivas, do conhecimento da história, do saber de outras culturas e comportamentos.
A globalização, a ideia de qualquer universalização só aparece como uma ideologia, seja política, religiosa ou qualquer tipo de pensamento que se apresente universal.
Os usos podem ser vários: a ideologia racial, colonial que pretendia colocar todos os humanos a serviço de uma raça, uma potência. A ideologia socialista sob uma classe; a religiosa sob um deus, a um ritual; hoje, a ideologia financeira quer nos colocar, a todos, sob o domínio ainda mais restrito de algumas dezenas de famílias, que controlam as finanças “de um mundo sem fronteiras”.
É curioso, não fosse trágico, que o apelo à paz, à fraternidade, à união dos povos, propagada pela banca, não escondesse a escravidão, a sujeição de todos ao império destas famílias.
Os instrumentos deste sistema financeiro internacional, que denomino a banca, são diversos e em constante aperfeiçoamento. Alguns ingênuos repetirão tratar-se de teorias conspiratórias, que os bons planejadores difundem para evitar maiores análises, aprofundar conhecimentos que trouxessem à luz seus verdadeiros objetivos.





