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quarta-feira, 24 julho, 2024

O esplendor da arte na civilização maia

Cidade da Guatemala, 6 de julho (Prensa Latina) Uma viagem introdutória mágica, fascinante, essencial, imperdível, para mergulhar na rica história e cultura de uma civilização extraordinária, apenas chegando à capital da Guatemala ao Museu Nacional de Arqueologia de Arte Maia e Etnologia.

Logo aparece um primeiro ponto de referência onde surge a grandeza daqueles que há mais de três mil anos lançaram os alicerces da inestimável linhagem de riquezas que este país centro-americano possui.

Assim que o passeio começa, destacam-se a arte e a ciência dos antepassados ​​que legaram traços fundamentais de identidade, valores, tradições, mitos, lendas, desde os primeiros grupos de caçadores-coletores que ocuparam a região.

Em 4.200 metros quadrados, um acervo de mais de 30 mil objetos arqueológicos e 15 mil etnológicos é complementado por esculturas, pinturas, réplicas, maquetes arquitetônicas, objetos do cotidiano, gráficos e cenografias.

Eles nos aproximam dos principais deuses maias: Itzamná, o criador; Chaac, da chuva; YumKaax, da natureza; HunabKu, o único; IxChel, de medicina e parto; KinichAhau, do sol; entre outros.

Os enormes edifícios, tronos, monumentos dos poderes sagrados que governaram na agora terra do quetzal até os que ainda existem são impressionantes e explicam um impressionante fenómeno multicultural.

Destacam-se os murais de San Bartolo, trajes, jade, ouro e outras joias de especial valor, além de fotografias que narram a chegada dos estrangeiros de Tehotihuacan a Tikal, um dos maiores centros urbanos da civilização, que posteriormente conquistaram.

Todas as obras, precisas e ordenadas, em meio a salas equipadas com a mais alta tecnologia, um roteiro interativo e uma linha temática que mostra a diversidade de facetas de um dos grupos de pessoas mais enigmáticos do mundo.

(Retirado do Orbe)

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