“Acho que este é um momento de reflexão para os movimentos progressistas na América Latina sobre por que essas circunstâncias estão ocorrendo”, disse a autoridade em resposta a uma pergunta sobre a guinada de alguns eleitores da região para a direita, como no caso daquele e de outros países.
O chefe do Executivo mencionou que cada país precisa ser analisado e destacou a importância dos processos eleitorais democráticos.
“Queremos mais governos próximos do povo, mas que as decisões sejam sempre tomadas democraticamente. No caso do Chile, foi uma votação democrática. O povo chileno escolheu quem queria que os governasse”, disse ele.
Em relação à ascensão ao poder de governos de direita, ele previu que isso não acontecerá no México, pois há muito apoio popular ao governo porque ele está cumprindo suas promessas e não traiu seus compromissos, e há resultados, incluindo a redução da pobreza e da desigualdade.
“A maioria dos mexicanos concorda com a transformação pela qual nosso país está passando por esse motivo”, afirmou a autoridade, enfatizando também a união. “Às vezes, quando não há união nos movimentos, ocorre essa queda de apoio, mas não aqui. Aqui, buscamos sempre a união dentro do nosso movimento, e isso traz resultados. Sempre traz resultados. Honestidade e resultados”, acrescentou.
Ele também comentou sobre a relevância da visão de que o governo existe para servir o povo.
Nas eleições de domingo, Kast obteve 58,16% dos votos, enquanto a candidata da esquerda, do progressismo e da social-democracia, Jeannette Jara, alcançou 41,84%, quando quase 100% das urnas já haviam sido apuradas.