Não bastasse, em março de 2016 o Marrocos expulsou do território o componente civil da Minurso responsável pela preparação do referendo e pelo monitoramento. Pouco depois, também mobilizou forças para a zona desmilitarizada próxima ao muro de 2.700 quilômetros que construiu em território saráui na década de 1980, provocando o aumento das tensões e anulando seus compromissos. Durante o evento de comemoração dos 41 anos da RASD, por isso, o presidente Brahim Ghali apelou à liderança mundial e ao novo secretário-geral da ONU, António Guterres, por ação na defesa do direito saráui à autodeterminação, em resposta aos chamados por “contenção” diante das crescentes tensões.
