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segunda-feira, 22 julho, 2024

Revolução Cidadã será a maior força no congresso do Equador

Quito, 21 de agosto (Prensa Latina) O movimento Revolução Cidadã (RC) será a maior força eleita neste domingo para formar a nova Assembleia Nacional do Equador, segundo dados divulgados hoje pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

Segundo os resultados oficiais da CNE, o RC alcançou 39,37 por cento dos votos, seguido do movimento Construye (20,66 por cento), da Acción Democrática Nacional (14,67 por cento) e do Partido Social Cristão (11,83 por cento).

Chegamos aos 57 deputados que comporiam o bloco do RC no Parlamento unicameral, garantiu a candidata Pierina Correa, em declarações ao canal Teleamazonas.

No entanto, sustentou que ainda não estão encerradas todas as votações, uma vez que agora corresponde o processo de identificação de actos com algum tipo de irregularidade.

Temos a gratificante notícia de que conseguimos entrar em províncias onde normalmente não obtínhamos bons resultados, mas ao mesmo tempo em territórios onde os tínhamos, foram perdidos, acrescentou.

Sobre votar no exterior, Correa assegurou que os candidatos da circunscrição migrante estão pedindo a repetição das eleições porque sofreram uma forte violação de direitos, disse.

Em 15 de outubro, os equatorianos voltarão às urnas para escolher entre Luisa González e Daniel Noboa em votação.

González, do RC, avança à segunda volta com cerca de 33 por cento dos votos e torna-se assim na primeira mulher do país a concorrer à presidência da República por voto.

O candidato do movimento liderado pelo ex-presidente Rafael Correa (2007-2017) busca devolver ao país os dias em que a nação tinha segurança e economia estável, com saúde, educação e desenvolvimento social.

Por sua vez, Noboa, da aliança Ação Democrática Nacional, e que nas primeiras sondagens aparecia na cauda das preferências, chegou inesperadamente ao segundo lugar da disputa e procura realizar o sonho do pai, Álvaro Noboa, cinco vezes sem sucesso candidato presidencial.

A jornada de votação deste domingo terminou com 82,26 por cento de participação e transcorreu sem incidentes violentos, enquanto 100.000 policiais e militares foram mobilizados em todo o país.

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