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domingo, 3 março, 2024

Polícia e militares buscam recuperar controle das prisões no Equador

Quito (Prensa Latina) A Polícia Nacional e as Forças Armadas do Equador Hoje realizam intervenções em vários presídios procurando retomar o controle de centros penitenciários em meio ao conflito armado declarado devido à crise de segurança.

Segundo as autoridades, a intervenção ocorreu esta manhã nas prisões das cidades de Esmeraldas, Machala, Azogues, Cotopaxi, Loja e Ambato.

Por sua vez, nos arredores da prisão de Turi, em Cuenca, ocorreram explosões e grita depois de entrar na delegacia e militares, segundo vídeos postados nas redes sociais.

Desde segunda-feira passada eles começaram no Equador motins em diversas instituições prisionais após a fuga do líder da gangue Los Choneros, Adolfo Macías (Fito), cujo paradeiro ainda é desconhecido neste domingo.

Os presos mantiveram cem agentes penitenciários sequestrados durante cinco dias e outros trabalhadores penitenciários, todos libertados na noite de sábado.

Através de sua conta na rede social vigilância penitenciária e O pessoal administrativo manteve sete prisões.

Desde 9 de janeiro passado Equador está em pleno estado de emergência com recolher obrigatório noturno e uma declaração de conflito armado interno como consequência da série de atos violentos nas prisões e ruas de diferentes locais.

As operações conjuntas das Forças Armadas e A Polícia Nacional deixou 1.105 detidos, dos quais 125 presos por crimes associados ao terrorismo, segundo o balanço oficial mais recente.

Até agora, as autoridades responsáveis pela aplicação da lei realizaram 1.478 operações nas 24 províncias do país e Desmantelaram 28 supostos grupos criminosos, agora classificados como terroristas.

Este último número discorda do decreto executivo número 111, no qual o Presidente Noboa declarou a existência de 22 organizações deste tipo.

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