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terça-feira, 21 maio, 2024

O TERROR DAS DEMOCRCIAS DELES É A DEMOCRACIA

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán.BERNADETT SZABO (REUTERS)

Orbán anuncia um referendo às sanções anti-russas. A Hungria ‘autoritária’ será, pois, a única nação europeia a colocar a mais importante questão de política externa do momento ao juízo directo da população: querem ou não os húngaros a pauperização, a desindustrialização e a inflação por uma aventura externa? Querem ou não maximizar a probabilidade de uma guerra NATO-Rússia, com consequente recurso a armas nucleares por ambas as partes e extinção da vida humana no continente europeu? Ou preferem o diálogo, a diplomacia, uma paz justa – feita sobre a partição, de acordo com fronteiras étnicas, históricas e religiosas, da ex-Ucrânia -, o comércio e a prosperidade europeia?

Na Hungria, a escolha será dos húngaros. Independentemente do que for, será legítima. Não virá de politburos em Bruxelas, nem será imposta por ameaças de sanções euro-americanas. Uma bela lição, esta: de confiança no povo e coragem perante os bullies eurocráticos.

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