Restam dois projetos para o restante do ano: um começa no final de julho e o outro em outubro, explicou Francisco Cabrera, subchefe de assuntos técnicos do setor, em entrevista ao Diário de CentroAmérica.
Se tudo correr conforme o planejado, mais de 21.000 reformas serão realizadas entre 2024 e 2025, o que representa mais da metade das escolas públicas do país, enfatizou a autoridade.
As reformas visam melhorar as condições básicas das escolas e fomentar uma cultura de cuidado com os prédios acadêmicos, afirmou. Espera-se que, no futuro, as reformas não sejam mais necessárias em casos de emergência, mas apenas para manutenção, acrescentou.
Questionado sobre o andamento da construção de oito institutos regionais, ele destacou que o objetivo é conseguir uma melhor adaptação pedagógica.
Inicialmente, explicou o vice-ministro, suas localizações foram identificadas com antecedência, mas ainda estão sendo feitos esforços para garantir a segurança jurídica das terras.
Esses institutos buscam liderar a transformação do ensino médio, oferecendo um modelo flexível e aberto que fornece habilidades específicas relacionadas à produção econômica e trabalhista da comunidade, enfatizou.
“Em quatro anos, veremos todas as escolas reformadas”, disse o presidente Bernardo Arévalo, que anteriormente aumentou o investimento em reformas em escolas públicas.
Nossa administração se baseia no compromisso de mudar efetivamente a maneira como administramos nos últimos anos, insistiu o presidente.
O ex-chefe de Estado Alejandro Giammattei (2020-2024) teria reparado 9.308 estabelecimentos durante seu mandato.
Apesar dos esforços do governo atual, as medidas de pressão do Sindicato dos Trabalhadores da Educação da Guatemala mantiveram aproximadamente 10% das escolas do país fechadas desde 19 de maio.