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Postado em 16/12/2019 11:16

Na Argentina, Evo Morales tece a campanha do MAS para a eleição

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Buenos Aires, 16 dez (Prensa Latina) Enquanto na Bolívia a autoproclamada presidenta Jeanine Áñez o ameaça com uma ordem de prisão, o ex-presidente Evo Morales, vítima de um golpe de Estado, tece hoje a partir da Argentina a campanha de seu partido rumo às eleições.
Chegado na passada quinta-feira a esta capital, Morales está à espera de que as autoridades argentinas tramitem a condição de refugiado para ele e outros quatro ex-funcionários de seu governo deposto.

Segundo afirmou, ele está na Argentina para aparitr daqui continuar lutando pelos mais humildes e para unir a Pátria Grande.

Ontem, o ex-presidente, quem saiu ao público este fim de semana na localidade bonaerense de Liniers, disse que já teve a primeira reunião em Buenos Aires com alguns dirigentes departamentais e nacionais de movimentos sociais, prefeitos do MAS (Movimento ao Socialismo), que o elegeram para organizar a campanha rumo às eleições do próximo ano.

Junto a vários assembleístas, fez uma avaliação política para planificar a campanha, segundo contou em sua conta oficial na rede social twitter.

Assim mesmo, recordou que a um mês do massacre em Sacava (capital da província de Chapare), não há ainda nenhum investigado. No entanto, gente humilde, dirigentes sociais e políticos que lutam pela democracia são perseguidos e presos pelo governo de facto. Não libertar presos políticos nem oferecer salvoconductos também é ditadura, enfatizou.

Por outro lado, denunciou que Áñez ‘tal como nas ditaduras, manda e anuncia ordem de apreensão contra minha pessoa, por terrorismo e sedição. Quando os que cometeram sedição, terrorismo e genocídio foram ela, (Luis Fernando) Camacho e (Carlos) Mesa, massacrando, assassinando e sequestrando minhas irmãs e irmãos’.

‘Nos próximos dias, será emitida uma ordem de apreensão porque fizemos as denúncias apropriadas’, ameaçou ontem a autoproclamada presidenta.

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