A União de Jornalistas Cubanos (UPEC) em Camagüey emitiu uma declaração durante uma reunião na Casa de Imprensa, condenando veementemente o assassinato de mais de 250 jornalistas em Gaza pelas forças israelenses, chamando-o de uma tentativa de silenciar a verdade sobre o genocídio palestino.
A declaração também rejeitou a interferência dos EUA na Venezuela, enfatizando que ela constitui uma violação da soberania e uma ameaça à paz regional declarada pela Comunidade dos Estados Latino-Americanos (CELAC).
No contexto do Dia Internacional do Jornalista, foi prestada uma homenagem a Julius Fučík, autor de “Reportagem ao pé da forca”, um símbolo de resiliência e ética profissional.
Seu legado foi evocado como um exemplo de comprometimento com a verdade e a dignidade humana em meio à opressão, seguindo o espírito de Fučík, que escreveu sua obra sob tortura nazista.
O evento incluiu a integração de novos membros na UPEC, que se comprometeram a defender os princípios de solidariedade e precisão jornalística.
O pensamento anti-imperialista de Fidel Castro foi destacado, pois sua luta contra o fascismo e seu apoio à Palestina continuam relevantes hoje.
A declaração exige justiça internacional para os crimes contra jornalistas e civis e apela à comunidade global para que se mobilize contra a impunidade de Israel e seus aliados. A UPEC de Camagüey reafirmou seu apoio incondicional à causa palestina e à Revolução Bolivariana, rejeitando as narrativas hegemônicas da mídia.
Este encontro reafirma o papel do jornalismo cubano na defesa da soberania e dos direitos humanos, herdeiro de uma tradição de resistência e internacionalismo.