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sábado, 25 abril 2026

Jornalistas cubanos se manifestam contra o genocídio em Gaza

Camagüey, Cuba, 8 de setembro (Prensa Latina) O Sindicato dos Jornalistas Cubanos em Camagüey condena os crimes sionistas contra colegas palestinos e rejeita a interferência dos EUA na Venezuela, no Dia Internacional dos Jornalistas.

A União de Jornalistas Cubanos (UPEC) em Camagüey emitiu uma declaração durante uma reunião na Casa de Imprensa, condenando veementemente o assassinato de mais de 250 jornalistas em Gaza pelas forças israelenses, chamando-o de uma tentativa de silenciar a verdade sobre o genocídio palestino.

A declaração também rejeitou a interferência dos EUA na Venezuela, enfatizando que ela constitui uma violação da soberania e uma ameaça à paz regional declarada pela Comunidade dos Estados Latino-Americanos (CELAC).

No contexto do Dia Internacional do Jornalista, foi prestada uma homenagem a Julius Fučík, autor de “Reportagem ao pé da forca”, um símbolo de resiliência e ética profissional.

Seu legado foi evocado como um exemplo de comprometimento com a verdade e a dignidade humana em meio à opressão, seguindo o espírito de Fučík, que escreveu sua obra sob tortura nazista.

O evento incluiu a integração de novos membros na UPEC, que se comprometeram a defender os princípios de solidariedade e precisão jornalística.

O pensamento anti-imperialista de Fidel Castro foi destacado, pois sua luta contra o fascismo e seu apoio à Palestina continuam relevantes hoje.

A declaração exige justiça internacional para os crimes contra jornalistas e civis e apela à comunidade global para que se mobilize contra a impunidade de Israel e seus aliados. A UPEC de Camagüey reafirmou seu apoio incondicional à causa palestina e à Revolução Bolivariana, rejeitando as narrativas hegemônicas da mídia.

Este encontro reafirma o papel do jornalismo cubano na defesa da soberania e dos direitos humanos, herdeiro de uma tradição de resistência e internacionalismo.

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