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segunda-feira, 8 junho 2026

ICAP denuncia a inclusão infame e injustificada na lista dos EUA

Havana (Prensa Latina) O Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP) e sua empresa afiliada, Amistur SA, denunciaram hoje categoricamente a infame e injustificada inclusão na lista de sanções do Departamento do Tesouro dos EUA.

Um comunicado da instituição, divulgado por seu presidente Fernando González, considerou essa inclusão absurda como um “ato de hostilidade política baseado em calúnia” destinado a justificar o endurecimento do bloqueio econômico contra Cuba.

Além de romper os profundos laços de amizade que unem o povo cubano ao povo dos Estados Unidos e parte de nossa comunidade patriótica cubana residente naquele país, ele indicou.

A declaração indicou que esta nova medida faz parte de uma “estratégia de máxima agressão” contra a ilha, na qual a coerção e a aplicação extraterritorial do bloqueio se intensificaram a níveis sem precedentes neste ano.

Ele enfatizou que as Ordens Executivas de 29 de janeiro e 1º de maio, juntamente com a pressão do governo dos EUA para cortar a renda econômica e o fornecimento de combustível ao país, têm a intenção explícita de “criar um cenário de crise humanitária e demonstrar a natureza genocida de sua política”.

A ICAP enfatizou que as acusações feitas por Washington contra essa instituição são absolutamente falsas e têm como objetivo estigmatizar nossa instituição, sob o argumento falacioso de ser uma “agência que apoia uma campanha maliciosa para subverter e desestabilizar a segurança nacional dos Estados Unidos”.

Ele afirmou que o Departamento de Estado também difamou o ICAP, acusando-o de “espalhar a ideologia radical do regime cubano no exterior”.

O Instituto considerou hipócrita que o Governo, que dedicou bilhões de dólares, provenientes do contribuinte americano, para subverter abertamente a ordem política e econômica de Cuba, pretenda apontar o dedo para ele.

Isso significava que sua única missão durante seus 65 anos de existência foi “promover a compreensão, a cooperação respeitosa e a amizade genuína entre os povos do mundo e Cuba”.

O texto reiterou seu compromisso inabalável com as causas justas dos povos do mundo, sua condenação às políticas de estrangulamento econômico e perseguição financeira que infligiram tantos danos acumulados às famílias cubanas, e sua absoluta disposição de continuar construindo pontes de solidariedade diante dos muros do ódio.

Da mesma forma, ele afirmou que nem essa medida coercitiva nem qualquer outra irá deter ou prejudicar o trabalho da ICAP e de Amistur.

O texto exigia também a exclusão imediata de nossas instituições “daquela lista espúria e a cessação definitiva das ameaças militares e da guerra econômica” impostas a Cuba.

Por fim, ele apelou a todos os grupos amigos da ilha para que rejeitem essa tentativa de criminalizar a solidariedade e sufocar ainda mais o nobre povo cubano.

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