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Postado em 27/10/2019 11:00

Fernández-Kirchner enterram Macri na Argentina no primeiro turno; acompanhe a festa da vitória

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Da Redação Viomundo

O macrismo reagiu na reta final, mas não suficientemente para evitar a derrota em primeiro turno.

Com 60% dos votos contados, Alberto Fernández-Cristina Kirchner se elegeram para governar a Argentina com 47,2% dos votos, contra 41,4% da dupla Mauricio Macri-Miguel Ángel Pichetto.

Na Argentina, 45% dos votos são suficientes para evitar o segundo turno.

A participação foi de cerca de 80% do eleitorado, como em 2015.

O economista Axel Kicillof, ex-ministro de Cristina Kirchner, teve vitória arrasadora (52% dos votos) e vai governar a província mais importante do país, a de Buenos Aires, mas o prefeito macrista de Buenos Aires, Horacio Rodríguez Larreta, obteve a reeleição com confortáveis 55% dos votos.

No Uruguai, pesquisa de boca de urna indica que haverá segundo turno entre o candidato da Frente Ampla Daniel Martínez e Luis Lacalle Pou, do Partido Nacional.

Martínez, de acordo com a pesquisa, terá cerca de 40% dos votos, contra 30% do adversário. O segundo turno está marcado para 24 de novembro.

O ex-presidente Pepe Mujica, que havia se aposentado, disputou neste domingo um mandato de senador, aos 84 anos de idade, liderando a lista do Movimento de Participação Popular 609, que integra a Frente Ampla.

Na Argentina, Jorge Altamira, do Partido Obrero, disse ao Viomundo que o empresariado argentino já aderiu a Fernández e que o futuro governo terá comando duplo.

Segundo ele, Fernández “vai colocar em seu gabinete gente ligada ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e aos empresários do principal empreendimento da Argentina, que é o gás de xisto. Ele é bom para o capital.”

Para ler a entrevista completa, clique aqui.

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