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Postado em 26/07/2019 4:10

Argentina relembra Eva Perón nos 67 anos de sua morte

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Buenos Aires, 26 jul (Prensa Latina) A 67 anos de sua morte, a Argentina recorda hoje a Eva Perón, uma das grandes mulheres da história desta pátria, com várias mensagens de gratidão e amor nas redes sociais.

Sob a etiqueta #EvitaEterna, centenas de pessoas, diferentes coletivos e movimentos sociais e de direitos humanos recordam à lider dos humildes, como a batizaram, com fotos e frases hoje mais vigentes que nunca em uma Argentina em crise.

‘A herança de Eva Perón está em seu legado e seus ideais Defendeu os direitos dos trabalhadores e dos aposentados. Consagrou os direitos políticos da mulher em nosso país. Evita transformou o sentido social de sua época’, escreveu no Twitter o senador Fernando Pino Solanas.

Um das mensagens que mais emociona, que se sabe é o escrito pelo Intendente da localidade de Almirante Brown, Mariano Cascallares, que visitou à enfermeira que esteve com Evita em 1952, María Eugenia, que emocionada ainda recorda nesses dias.

A maior preocupação de Evita, diz, era a vida dos meninos e dos idosos, que tivessem o sustento necessário, que não passassem frio, que não tivessem fome. A melhor lembrança, quando se acordava e seu primeiro pensamento era quais os problemas maiores tinha para atender à gente humilde.

‘Foi uma imensa mulher que pensava em sua pátria pelos idosos e as crianças, tudo pelo povo argentino, era o dever que tinha um presidente para seus concidadãos’, sublinha.

Fotos de Evita rodeada por seu povo, frases que deixou para a posteridade, se replicam nesta sexta-feira nas redes sociais.

Dirigente política e atriz, casou-se com Juan Domingo Perón em 1945 e depois da assunção de seu esposo como Chefe de Estado foi presidenta do Partido Peronista Feminino, dirigiu a Fundação Eva Perón e foi declarada oficialmente Chefa espiritual da Nação em 1952.

Em uma de suas tantas referências a ela, a ex presidenta argentina Cristina Fernández expressou em uma ocasião que Evita ‘assumiu sem restrições, sem se dobrar, a representação do povo e da pátria, com mais paixão e com mais amor que ninguém’.

Incansável lutadora pela igualdade e a justiça social, conseguiu em sua época grandes mudanças como a luta pela igualdade de gênero e por isso atingiu em 1947 a promulgação da lei que instituiu o voto feminino na Argentina. Faleceu em 1952, à idade de 33 anos vítima de câncer.

 

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