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terça-feira, 11 junho, 2024

Argélia cria um grande grupo público de construção ferroviária

EL MODJIHAD – No âmbito da visão económica estratégica do Presidente da República, Abdelmadjid Tebboune, e em aplicação das suas diretivas, o Conselho de Participações do Estado (CPE), registou, quinta-feira, a criação de um grande grupo do sector público dedicado a engenharia e implementação de projetos ferroviários, através da reconfiguração do sector público da infraestrutura ferroviária.

A criação deste grupo público foi registada durante a 184ª sessão da CPE, realizada sob a presidência do Primeiro-Ministro, Sr. Nadir Larbaoui.

A abordagem adoptada visa aproveitar o grande programa ferroviário decidido para sinergizar as capacidades de engenharia e construção das empresas públicas especializadas na área da construção ferroviária, no quadro de um agrupamento coerente das suas capacidades e do seu know-how.

Neste contexto, o modelo organizacional previsto centra-se na constituição de um grande grupo formado por uma empresa-mãe EPE/SPA, ao qual estão vinculadas quatro (04) subsidiárias especializadas em ferrovias, nomeadamente as empresas públicas económicas Setirail Spa, especializadas em ferrovias. engenharia (estudos e acompanhamento de obras), Infrarail Spa, especializada em obras de infraestrutura ferroviárias, Railelect Spa, especializada em eletrificação ferroviária e Infrafer Spa, responsável pelas infra-estruturas e produção de agregados.

Assim, a Argélia ficará dotada de uma entidade de engenharia e construção de grande dimensão no sector ferroviário, capaz de responder aos grandes projetos ferroviários estruturantes, decididos pelo Presidente da República tendo em vista a rede ferroviária do território, através da densificação de a rede, o que requer uma mobilização significativa das capacidades nacionais de engenharia e construção.

A criação deste grupo visa, no âmbito de uma visão estratégica, consolidar a autonomia tecnológica do país, reforçar a posição das empresas nacionais face à forte concorrência estrangeira, através do aumento das capacidades de negociação com ou com grupos estrangeiros, melhorar. controlo de gestão, através de uma conjugação de recursos e de uma economia de escala, nomeadamente em termos de oferta, e, por fim, induzir efeitos de cascata nas empresas nacionais fora do portfólio, em particular subcontratantes, a montante e a jusante da cadeia de valor.

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