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terça-feira, 21 abril 2026

Venezuelanos se mobilizaram pela paz e soberania no país

Caracas (Prensa Latina) Organizações sociais, trabalhadores e o público em geral marcharam nesra quinta (12) pelas ruas de Caracas em uma mobilização pela paz e soberania, na qual se clamou pela unidade em torno do governo nacional.

Organizada pelo Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), a marcha partiu da Praça Morelos em direção às proximidades do Palácio Legislativo Federal e contou com forte esquema de segurança da Polícia Nacional Bolivariana, conforme confirmado pela Prensa Latina.

Durante a marcha, os manifestantes exigiram a libertação imediata do presidente constitucional Nicolás Maduro e da primeira-dama e vice-presidente Cilia Flores, que foram sequestrados em 3 de janeiro e levados para os Estados Unidos, onde permanecem presos ilegalmente.

O ministro venezuelano do Processo Social do Trabalho, Eduardo Piñate, apelou ao povo e à classe trabalhadora para que se mantenham unidos na conjuntura atual e em apoio à presidente interina, Delcy Rodríguez.

Ele declarou que a liderança da Revolução, encabeçada por Rodríguez, tem realizado um trabalho estratégico e considerou “uma necessidade imperativa” que todos unidos “continuem a apoiar, respaldar, acompanhar e se comprometer” com o governante.

Piñate destacou que o fator determinante “é a unidade – porque, como disse Bolívar, somos invencíveis” e alertou que a grande vitória deles (da oposição extremista) seria dividi-los, embora “eles não consigam”, acrescentou.

O membro da Direção Nacional do PSUV afirmou que o Comandante Hugo Chávez (1954-2013) incutiu no povo e na classe trabalhadora “uma profunda consciência patriótica, revolucionária, popular e humanista”.

Ele enfatizou que foram a Revolução Bolivariana, Chávez, Maduro e Delcy Rodríguez, que defenderam os direitos da classe trabalhadora venezuelana, defenderam e continuarão a defender “a renda e os interesses dos trabalhadores venezuelanos e suas famílias”.

Setores da oposição extremista usaram as redes sociais para convocar trabalhadores da educação, saúde e serviços públicos a saírem às ruas de todo o país nesta quinta-feira para exigir um aumento salarial.

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