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domingo, 4 janeiro, 2026

Venezuela: Pessoas inocentes foram mortas em ataques terroristas dos EUA

O Procurador-Geral da Venezuela, Tarek WilliamSaab,  3 de janeiro de 2026. (Foto: EFE)

O procurador-geral da Venezuela condenou o “ataque imperial covarde” contra civis na Venezuela, exigindo a libertação do presidente venezuelano e de sua esposa.

“Condeno veementemente o ataque vil e covarde perpetrado pelo inimigo imperial nas primeiras horas da manhã contra civis inocentes em nossa pátria”, declarou o Procurador-Geral da República Bolivariana da Venezuela, Tarek William Saab, neste sábado.

Saab atribuiu a agressão ao “inimigo imperial”, afirmando que os alertas do presidente venezuelano Nicolás Maduro sobre uma possível ameaça dos Estados Unidos se transformaram em “atos sangrentos”.

A este respeito, ele destacou a premeditação e a traição do ataque noturno, concebido para “profanar o povo da Venezuela”.

A Venezuela responsabiliza os EUA pela segurança de Maduro.

HispanTV – O chefe do Ministério Público exigiu não apenas provas de vida do Comandante-em-Chefe das Forças Armadas e Chefe de Estado, Maduro, e da Primeira-Dama Cilia Flores, mas também responsabilizou diretamente o Governo dos Estados Unidos da América por qualquer circunstância que possa acontecer ao Presidente e líder da Revolução Bolivariana.

Nesse contexto, ele lembrou o precedente de 11 de abril de 2002, quando o povo venezuelano, em unidade cívico-militar, alcançou a vitória ao libertar o Comandante Presidente Hugo Chávez Frías de um “sequestro vil”.

Além disso, ele pediu um alerta e a mobilização de cidadãos e funcionários em todas as Procuradorias Públicas do país, instando-os a denunciar essas “violações massivas dos direitos humanos” ao mundo.

Além disso, ele fez um pedido explícito às Nações Unidas e às organizações internacionais de direitos humanos para que se manifestem sobre esses ataques covardes que causaram a morte de pessoas inocentes e continuam a manter Maduro e sua esposa como reféns, um fato já denunciado anteriormente pela vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez.

O Procurador-Geral pediu calma e vigilância nas ruas, alertando contra a “guerra inimiga” que espalha “notícias falsas” para desmoralizar a população. Ele também conclamou a população a manter o espírito de luta dos dias 11, 12 e 13 de abril, demonstrando ao mundo o “heroísmo” legado pelo Libertador Simón Bolívar, com a certeza de que a Venezuela prevalecerá.

Na noite de sábado, Caracas (capital da Venezuela) e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira foram palco  de agressões por parte das forças americanas.

Condenando os ataques dos EUA, o governo venezuelano  ordenou a transição para a luta armada  após os ataques aéreos contra o país.  Diversos líderes latino-americanos  também condenaram a mais recente agressão dos EUA contra a Venezuela.

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