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Venezuela

Postado em 27/01/2020 10:01

Venezuela: epicentro da luta anti-imperialista

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Por Lisbet Rodríguez Caracas, 27 de janeiro (Prensa Latina) Movimentos sociais e partidos políticos de todo o mundo defenderam na Venezuela a construção de uma plataforma unitária de luta para exigir respeito pelo princípio da autodeterminação dos povos e coibir a ofensiva neoliberal no continente.

Reunidos no Encontro Mundial contra o Imperialismo, realizado de 22 a 24 de janeiro em Caracas, delegados nacionais e estrangeiros de mais de 50 países ratificaram a necessidade de enfrentar globalmente as reivindicações dos Estados Unidos e de seus aliados de se tornarem donos do mundo. .

Como sinal do reconhecimento da resistência e heroísmo do povo bolivariano, Victor Gaute, membro do secretariado do Partido Comunista de Cuba, ratificou a solidariedade da ilha do Caribe com a Venezuela e seu presidente Nicolás Maduro.

Gaute convocou a unidade em defesa da Venezuela porque, em sua opinião, nesta nação sul-americana é decidida a soberania e a dignidade da América Latina e do Caribe, além da sobrevivência das normas do Direito Internacional e da Carta das Nações Unidas. .

Enquanto isso, o deputado cubano à Assembléia Nacional, Orlando Gutierrez, disse que os dois países estão unidos por laços inabaláveis ??de cooperação e fraternidade, apesar do bloqueio imposto por Washington.

Ele destacou, a esse respeito, a colaboração no campo da saúde, com serviços gratuitos e de qualidade, além das conquistas em educação, esporte e cultura, que se traduzem em benefícios para os dois países.

Com o objetivo de enfrentar as agressões do governo dos EUA, foi aprovada uma resolução durante a reunião antiimperialista que exige denunciar o uso do terrorismo para impor uma política neocolonial que visa controlar os recursos naturais da região.

O documento, preparado pelas delegações presentes à reunião, condena os ataques contra a paz na América Latina, África e Oriente Médio e insta as organizações políticas e sociais de todo o mundo a exigir que a Casa Branca respeite o direito internacional.

Guiados por esse objetivo, os venezuelanos marcharam pelas ruas de Caracas com os delegados ao evento para defender a soberania do povo.

Com o lema ‘Pela vida, soberania e paz’, o Encontro Mundial contra o Imperialismo foi estabelecido como um mecanismo de articulação e integração, como uma continuação do XXV Encontro do Fórum de São Paulo, realizado em julho de 2019 na capital Venezuelano

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