26.5 C
Brasília
sexta-feira, 1 maio 2026

Troque ouro e petróleo por um salário responsável e pequeno

Toby Valderrama, Rosa Natalia, Antonio Aponte e Alonso Quijano

O capitalismo, assim como na época das conquistas, nos oferece a troca de ouro, petróleo e vidas por bugigangas. Oferece-nos a troca do socialismo pela escravidão bárbara que é contra a vida.

A guerra capitalista contra o socialismo, contra Chávez e a Revolução, avança para sua fase culminante. Agora, após desmantelar a base material do projeto socialista, eles voltam suas armas contra o espírito popular, buscando distração e esquecimento. Para isso, estão encenando um circo eleitoral.

Estão a organizar um circo eleitoral, fingindo que o povo pode escolher o melhor carrasco para a nação — Maria, Delcy e, claro, um terceiro partido para dar mais emoção a esta guerra de travesseiros, porque, no fim, os americanos é que vão escolher. Quanta ingenuidade têm os aspirantes de esquerda que querem jogar o jogo eleitoral sem tocar num fio de cabelo do império ou na cabeça de Delcy.

Neste momento, tudo está sob o controle dos americanos, candidatos socialistas não são aceitos e, se aparecerem, eles e suas famílias serão perseguidos, no melhor estilo hitlerista.

Hoje, os objetivos são inconsequentes: escolher uma CNE “confiável”, convocar neoperegrinações, ficar de olho nas pesquisas de opinião, começar a fazer listas para distribuir telhados de zinco e qualquer outro espetáculo para embelezar a falsa disputa; talvez queiram decapitar Diosdado e sacrificá-lo como tributo à galeria do circo romano.

E quanto ao socialismo e ao Comandante Chávez? Frios e esquecidos. A pátria completamente vendida aos gringos, enquanto nós nos transformamos docilmente em uma colônia, e o povo se distrai com trivialidades sobre quando receberá um aumento “responsável” de 10 dólares.

Hoje, a batalha das ideias é urgente; devemos defender o socialismo contra o capitalismo. Não podemos permitir que ele seja ocultado ou demonizado. Devemos lembrar a era do autêntico chavismo, a era da construção do socialismo, quando a humanidade estava no centro da luta, quando o povo era apaixonado, unido e empoderado, seu próprio timoneiro, senhor do seu destino, apoiando seu governo com razões sagradas para viver e lutar.

Não queremos ser o lamentável exemplo de um povo escravizado dos tempos modernos que se rendeu sem lutar porque se defender seria “autodestruição”. Não queremos ser o exemplo de sucesso de governantes traiçoeiros, subservientes à besta.

Podemos demonstrar que somos aquele povo resiliente que, em meio a um mundo capitalista genocida, se ergueu diante da história e embarcou na construção de um novo mundo — vibrante, feliz e viável. Retornemos ao caminho de Chávez, ao socialismo, à soberania. Livremo-nos dos traidores.

esperanzapatriotica.blogspot.com

ÚLTIMAS NOTÍCIAS