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domingo, 4 janeiro, 2026

Transição energética: fatos e fakes em três tópicos

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 Pedro Augusto Pinho*

DEDICATÓRIA E APRESENTAÇÃO

Estes três artigos são dedicados ao político nacionalista ROBERTO REQUIÃO, que acompanhamos a trajetória desde a década de 1990, quando governou o Estado do Paraná. Nunca nos decepcionou pela integridade pessoal, pelo preparo político e pelas opções nacionalistas. É em sua homenagem que transcrevemos, na sequência, este trecho do artigo que Requião escreveu para comemoração dos 60 anos da Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET.

O Estado brasileiro já perdera, dos desastrosos anos do governo de Fernando Henrique para cá, o controle sobre seu próprio destino, o comando de boa parte dos instrumentos que poderiam alavancar o desenvolvimento nacional e possibilitar aos brasileiros uma vida digna. Em nome de tal “modernidade”, sabotou-se a plena vigência da Constituição Cidadã, diminui-se o Estado, privatizou-se e concedeu-se à ganância das corporações nacionais e multinacionais, promoveu-se a agiotagem da dívida, submeteu-se aos abutres do capital vadio. Depois da desdita neoliberal fernandista, que os governos seguintes não refrearam, o que restou para chamar de nosso na pátria amada?” (Roberto Requião, “A Petrobrás e a Soberania Nacional”, abril de 2021, in “AEPET 60 anos de luta e convicção em defesa da Petrobrás”, 2021).

O Brasil, desde a sucessão do Presidente Ernesto Geisel, foi tomado pelas finanças apátridas. Foi início das deformações, das farsas e falácias, da imensa e nunca vista corrupção que tomou a política e a governança nacional, com nefastas consequências para formação do próprio povo, cada vez mais desinformado e subordinado à bandidagem.

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