A escalada da violência e o projeto nazi-sionista de limpeza étnica na Palestina segue seu curso. Apesar de “israel” estar cada vez mais isolado, e tendo suas entranhas malignas expostas mundialmente, o atual genocídio continua. Com a desculpa de que exercem o direito de autodefesa, expulsaram a população do norte da Palestina em direção ao sul, e agora, depois de encurralar os civis no único ponto até então seguro em Rafah, junto à fronteira com o Egito, o massacre acontece ali. Mais de 1,5 milhão de pessoas deslocadas seguem na mira de “israel”.1
Mesmo após os crimes cometidos pelos nazi-sionistas de “israel”, seja bombardeando até mesmo com uso de fósforo branco, escolas e hospitais, corredores humanitários que serviram de iscas para atacar civis que eram expulsos de suas casas, impedindo a entrada de ajuda humanitária e até atacando os caminhões e ambulâncias, assim como as pessoas famintas que esperavam por comida, o que já ceifou a vida de mais de 30.000 palestinos (sendo a maioria de crianças e mulheres!) e feriu/mutilou mais de 70.000, a mídia alinhada aos interesses do estado pária e bandido segue retratando a resistência palestina contra esses abusos como terrorista.
A mesma mídia que se mostra indignada com os “reféns do Hamas”, esquece de falar dos milhares de palestinos sequestrados pelas Forças de Ocupação de “israel” – apenas na Cisjordânia, onde não existe atuação do Hamas, são mais de 7.000, incluindo crianças2 – e são diariamente torturados e muitos morrem nos calabouços sionistas. Por sinal, apesar de condenarem os ataques do Hamas, esconderam a verdade sobre a maior parte dos israelenses mortos em 7 de outubro: vítimas do exército de “israel” através do Protocolo Hanibal”.3
Um dos casos ocorreu no assentamento de colonos em Otaf, sul de “israel”, onde 70 carros foram atingidos por helicóptero do exército sionista. Ataque de tanques de “israel” ao kibutz de Be’eri também foram confirmados, assassinando vários civis.4,5
Isso para falar apenas desses 4 meses, que na verdade somam-se aos quase 76 anos anteriores de um regime de apartheid e limpeza étnica na Palestina.
Veio à tona, inclusive com declarações dos próprios sionistas de “israel”, que o roubo de órgãos dos palestinos martirizados é algo recorrente. No atual genocídio perpetrado, nem mesmo os cemitérios foram poupados, tendo os túmulos revirados e profanados pelos verdadeiros terroristas6.
Surge assim uma nova questão: por qual motivo promovem esses crimes de sequestro e roubo de órgãos? Será apenas para o tráfico de órgãos? Ou teriam algum outro interesse, como o roubo de material genético dos palestinos, verdadeiros povos originários da Palestina?
Ao mesmo tempo que essa dúvida surge, lembremos que os próprios testes de DNA são proibidos e rigidamente controlados pelo governo de “israel”.7 Motivo? Alegam “segurança nacional”.
No entanto, sabemos que a grande parte dos judeus que lá colonizam, não tem qualquer origem ou raiz com o Oriente, sendo em sua quase totalidade de origem europeia, o que compromete a tentativa de justificarem a limpeza étnica que promovem na Palestina desde 1948.
E é aí que a pulga cresce atrás da orelha.
Os inúmeros sequestros que as Forças de Ocupação Sionistas fazem na Faixa de Gaza e igualmente na Cisjordânia ocupada desde 1948, associados com o roubo de órgãos (material biológico)8,9,10 e a proibição dos testes genéticos nos fazem pensar em algo que pode até parecer teoria conspiratória, mas faz muito sentido: o roubo de material genético dos palestinos estaria sendo proposital para a criação artificial e até mesmo burlar testes na tentativa de falsificarem provas para argumentar as “raízes” sionistas na Palestina.
Tudo isso sendo possível graças ao poderio tecnológico que o estado sionista possui, sendo um dos mais tecnológicos do mundo e o berço de startups financiadas pelos EUA e aliados europeus. Em 2021, uma dessas startups noticiou a “criação artificial de DNA humano”. 11,12,13
Mais do que um estado fake, “israel” seria também formado por deepfake de pessoas em nível molecular!
Essa seria a cartada final na tentativa de justificar o injustificável, afinal, a lenda bíblica nada tem de relação com a Palestina. Escavações jamais acharam qualquer vestígio que amparassem o desejo criminoso de “israel”.14 A própria alegação de que “israel” é a terra prometida, não é justificada pela origem europeia da atual população invasora da Palestina. Afinal, os verdadeiros herdeiros de Noé (descendentes de Sem, seu filho, e de onde se originariam as religiões e povos semitas, incluindo árabes e hebreus), não são os judeus expulsos da Europa e, portanto, os tais israelitas do Antigo Testamento, não têm relação alguma com os invasores e genocidas israelenses.
Historicamente, desde os primórdios da Palestina até a chegada dos otomanos, judeus-palestinos consistiam em menos de 5% da população local, sendo donos de cerca de 2% das terras. Em termo demográficos, inferiores numericamente até mesmo em relação aos palestinos-cristãos que eram entre 10 e 15% da população palestina. E é sempre bom salientar: todos os povos e religiões viviam de forma pacífica e harmoniosa na palestina junto aos árabes-palestinos e muçulmanos.15 Além disso, era uma sociedade árabe próspera, muito distante de ser um vazio demográfico, como os sionistas alegam até hoje.16
Com o fim da I Guerra Mundial e a queda do Império Otomano, a Palestina foi entregue ao Mandato Britânico que prometera um Estado árabe unido em todas as regiões do Oriente Médio (incluindo a Palestina, o que se sabe, nunca foi cumprido). Um pouco antes, em 1917, através da Declaração de Balfour, os britânicos também haviam prometido aos sionistas um lar para todos os judeus – e apenas para judeus. Com essa atuação dupla, garantia a estabilidade local e o apoio dos judeus para seus interesses.
Ignorando os anseios e desejos da Palestina, deu-se início à uma grande imigração de judeus europeus para a Palestina. A crise colonizadora era gritante e iminente. Em 1947, já havia 630 mil judeus e 1,3 milhão de árabes palestinos, ou seja, a população de judeus constituía 31% da Palestina. 17
Conforme o lobby sionista avançou, contaminou e corrompeu os próprios membros da ONU18, fazendo com que esta entidade resolvesse sugerir a divisão da Palestina de forma unilateral, ofertando 10 vezes mais território aos judeus sionistas, saltando seu território invadido e roubado para 56%. E o colonialismo não parou por aí, avançando gradativamente e reduzindo não apenas o território original da Palestina, mas igualmente promovendo a expulsão dos palestinos de formas criminosas, mas que dizem ser “saídas voluntárias”.18
O projeto sionista de “desarabizar” o país teve sucesso com a Nakba de 1948, quando mais de 750 mil palestinos foram expulsos (80% da população árabe local). E a Palestina original foi reduzida inicialmente para 42% do território, mas hoje é ainda menor: menos de 10%, e reduzindo a cada dia, conforme novos colonos sionistas seguem roubando casas e terras dos palestinos.19
Em 1960, o conselheiro para assuntos árabes do primeiro-ministro Ben-Gurion defendia que a população árabe fosse reduzida “a uma comunidade de lenhadores e garçons”, justamente para viverem e serem explorados como escravos/mão-de-obra barata.17
Sendo assim, o que o estado pária e assassino de “israel” faz escancaradamente hoje, incluindo declarações dos nazi-sioinistas que constituem o governo atual, como Itamar Ben-Gvir, ministro de Segurança Nacional20,21 de Israel e líder do partido de extrema direita e pró-colonização Força Judaica, Bezalel Smotrich19,21,22, ministro das Finanças, Yoav Gallant23, ministro da Defesa de Israel e o próprio primeiro-ministro Benjamin Netanyahu24,25, é sim um holocausto palestino, cujo objetivo é o extermínio e apagamento do povo palestino. Tal como o fundador do movimento sionista Theodor Herzl, que em 1895 referia-se ao povo palestino como um “problema árabe” que deveria ser combatido e resolvido, através da colonização e aquisição das terras na Palestina, seus sucessores seguem a mesma linha da limpeza étnica.26
E quando confrontados com esses e outros argumentos que simplesmente destroem a farsa sionista, tentam acusar aqueles que se levantam contra como “antissemitas” – incluindo os verdadeiros judeus e árabes que são semitas!
O fato é que nem a ciência conseguiu provar até hoje essa mentira da “história milenar” de “israel”. O que não significa que os nazi-sionista abrirão mão de seus objetivos, afinal, com toda tecnologia e poderio financeiro, não podemos descartar a manipulação de provas para justificar seus crimes colonialista.
Resta saber se novamente a Ciência será usada para subsidiar mais esse genocídio e, assim como Darwin quase foi amaldiçoado por aqueles que deturparam sua teoria – incluindo seu primo Francis Galton – para tentar argumentar a favor da “raça pura”, a genética será a nova vítima dos interesses nazi-sionistas?
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