“Temos uma relação muito boa com os Estados Unidos em termos de segurança e outras questões. Há comunicação, há entendimento em matéria de segurança”, afirmou, segundo reportagem do jornal La Jornada.
“Nós, como sempre dissemos: colaboração, coordenação, mas não subordinação”, enfatizou ele em resposta à ameaça de interferência.
Horas depois da agressão militar contra a Venezuela, que terminou com o sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, o magnata americano especulou que os cartéis de drogas supostamente governam o país centro-americano.
A esse respeito, ele mencionou que “algo terá que ser feito com o México” para impedir o fluxo ilegal de drogas para os EUA.
Por sua vez, Sheinbaum expressou sua rejeição às agressões perpetradas pelos EUA contra a nação bolivariana.
“Condenamos essa intervenção na Venezuela e acompanharemos a situação de perto”, disse ele.
No início deste sábado, o governo mexicano condenou “veementemente” as ações militares realizadas unilateralmente pelas Forças Armadas dos EUA contra alvos em território venezuelano.