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segunda-feira, 11 dezembro, 2023

Rede de solidariedade, um ano contra a pobreza em Honduras

Por Yosbel Bullain)

Tegucigalpa (Prensa Latina) O programa Rede de Solidariedade, promovido pela presidente Xiomara Castro, completou seu primeiro ano com conquistas em termos de prevenção, atenção e apoio a centenas de pessoas que hoje vivem na pobreza em Honduras.

No dia de comemoração do dia anterior, a presidente afirmou que para seu Executivo o mais importante é gerar oportunidades para as famílias em situação de extrema pobreza no país e a Rede Solidária abre justamente essas portas.

Segundo o chefe de Estado, em Honduras existem 2,07 aldeias onde mais de 83% das famílias vivem em extrema pobreza, mas são atendidas graças à iniciativa do governo.

Desta forma, cerca de 400.000 famílias do país dos pinheiros se beneficiam do referido projeto, considerado pela administração hondurenha como o mais sensível, já que se dirige aos setores mais carentes.

Para o analista político Alejandro Bonilla, a Rede Solidária não é um projeto assistencial como os programas neoliberais que acabaram empobrecendo ainda mais os hondurenhos.

“Está focado na recuperação econômica para que as pessoas possam progredir”, disse Bonilla em diálogo com a Prensa Latina.

O também militante do partido Libertad y Refoundación (Libre) destacou que entre os objetivos do governo, fazer de milhares de pessoas que vivem na pobreza uma parte vital do desenvolvimento econômico do país.

“Seu eixo fundamental é a criação de caixas econômicas rurais, a participação das mulheres, os bônus para idosos e pessoas com deficiência”, explicou.

Bonilla lembrou que os governos anteriores deixaram um índice de mais de 40% de pessoas na miséria e a missão da primeira mulher presidente de Honduras é tentar erradicar a pobreza existente no país.

A iniciativa da Rede Solidária é de vital importância para o governo Castro, pois dá continuidade à estratégia implementada pela administração do ex-presidente Manuel Zelaya antes do golpe de Estado de 2009.

Proteção social, educação, saúde, geração de renda, infraestrutura social, meio ambiente e fortalecimento local e humano, fazem parte dos principais eixos do programa.

É bem-vindo nas comunidades mais humildes do país, onde se trabalha para melhorar as moradias e a educação é garantida com a construção de escolas equipadas com livros didáticos.

Além disso, para alunos com excelência acadêmica, o governo de Castro concede-lhes uma bolsa de estudos para continuar seus estudos.

Da mesma forma, garante-se a devida atenção às gestantes, enquanto para as crianças menores de cinco anos com problemas de desnutrição, buscam-se alternativas para retirá-las desses níveis.

Desta forma, a população em extrema pobreza desta nação centro-americana recebe os serviços retirados há 12 anos pelas administrações neoliberais.

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