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Postado em 29/08/2017 11:19

‘Preço do golpe é entregar o país de mão beijada para os estrangeiros’

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Presidente da CUT anuncia novos dias de mobilização

“Tivemos a ousadia de apontar para uma nova ordem mundial, de formar o bloco dos BRICS, de dizer que poderíamos ter outra moeda de lastro que não fosse o dólar. Tivemos a ousadia de investir em tecnologia nacional e, por isso, tivemos o golpe no Brasil”, afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas, durante mesa de discussão sobre a conjuntura nacional, parte do 15º Congresso Extraordinário da CUT (…) Além do anfitrião Vagner, participaram da mesa o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos; o líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, João Pedro Stédile, e a secretária de Relações Internacionais do PT, Mônica Valente.
(…) Para Vagner, o Brasil passa por um momento de “ataque à soberania”, e os movimentos sociais e sindicais têm no horizonte a necessidade de lutar contra essa situação, (…) disse, ao avaliar que “o preço do golpe não é só impedir o crescimento da classe trabalhadora, mas entregar o país de mão beijada para os estrangeiros”.
(…) O presidente da CUT anunciou ainda as próximas ações propostas para o movimento sindical e os movimentos sociais: no dia 3 de setembro, dia do aniversário da Petrobras, um dia de luta em defesa da estatal; em 14 de setembro é dia nacional de luta em defesa dos direitos e contra a reforma da previdência; e em 11 de novembro, data em que entra em vigor a nova lei Trabalhista, a CUT e as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo estarão novamente nas ruas para protestar contra essa lei que anula direitos da CLT. (…)
Fonte: Conversa Afiada

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