O primeiro apelido da testemunha ocular da nossa história – “Caboquinha” – se deveu aos traços de beleza e graça amazônica, que nela eram visíveis aos sete anos de idade, muito mais do que agora, em que exibe outra beleza: um encanto outonal. “Diacuí”, o outro apelido, nasceu do olhar sobre uma foto na capa de uma revista. Ambos transitórios, “duraram como as rosas: o espaço de uma manhã”, embora ainda hoje, em momentos saudosos, eu a chame de “Caboquinha”. Vale a pena relatar a história do outro apelido que ela mesma escolheu e o que mais gostava. Foi assim.
No entanto, nem tudo eram flores e cantos. Tínhamos aquela briguinhas que fazem parte da humanidade de uma criança. A nossa “guerra” não tinha mortos e feridos, era o oposto do bombardeio à escola primária no Irã, que matou 175 meninas de 7 a 12 anos numa guerra insana, na qual os criminosos de guerra são chefes de estado, cujas atrocidades degradam a humanidade e clamam aos céus por justiça. Não morro antes de ver os terroristas Trump y Netanyahu condenados num Tribunal de Nuremberg como os nazistas na Alemanha.
Pois sim. Proteção eu dava, muito mais efetiva do que aquela dispensada pelo bem remunerado Sicário a Daniel Vorcaro do Banco Master. Ainda com 8 ou 9 anos, na saída do Colégio de Aparecida, eu a encontro chorando.
Foi assim. Ano de 1979. Na época, residia eu em Manaus. Domingo no início da noite, visitei nossa mãe, que morava distante uma quadra da igreja de Aparecida e lá encontrei Tequinha e o ex-seminarista cearense, que haviam acabado de assistir missa. Ele, mais exigente e proselitista, empenhado na conversão de agnósticos, cobrou: