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Postado em 23/08/2020 9:34

Mobilizações na Colômbia contra a violência

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Bogotá, (Prensa Latina) As mobilizações em diferentes partes desta capital e em outras cidades da Colômbia começaram nesta sexta (21) para rejeitar a escalada da violência no país e a indiferença do governo a esta situação.
Segundo a União Nacional dos Estudantes do Ensino Superior, hoje eles vão levantar a voz contra o assassinato de jovens, crianças, camponeses, indígenas, lideranças sociais, ex-combatentes e o silêncio total do governo diante desses acontecimentos.

À manifestação juntam-se diversos setores do país, cansados da violência, entre eles outros grupos estudantis, as Comissões Departamentais da Greve Nacional formadas em novembro do ano passado, o que mostra que a população precisa se expressar contra a violência persistente, afirma a organização.

Os manifestantes cumprem os protocolos de biossegurança para minimizar o risco de contágio da Covid-19, como parte da convocação para essas manifestações.

No Centro de Memória de Bogotá, os manifestantes começam a se reunir com faixas nas quais é possível ler slogans como ‘se ficarmos calados, eles nos matam’.

Da mesma forma, povos indígenas bloquearam a Rodovia Pan-americana no setor Pital, Caldono, para o dia de mobilização nacional # 21A, em rechaço ao assassinato de jovens e crianças e contra as violações dos direitos humanos contra povos ancestrais pelas forças militares.

Da mesma forma, a Rede de Mulheres Jovens do Centro para a Memória, Paz e Reconciliação apóia o movimento Guerra Nunca Mais para a Juventude e também se mobiliza contra massacres e assassinatos sistemáticos para exigir justiça.

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