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Postado em 29/12/2019 5:24

Honras para o «exército de solidariedade» de Cuba na Venezuela

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CARACAS, Venezuela.— Um prêmio ao altruísmo e a adesão aos princípios do internacionalismo proletário se tornou a homenagem recebida pelos colaboradores cubanos com o desempenho mais destacado do ano que culmina, nas 11 missões sociais que acompanham o heroico povo venezuelano em sua resistência estoica ao ataque imperial.

Essa vanguarda recebeu o reconhecimento do Escritório de Atenção às Missões e são paradigmas dos mais de 22.000 de seus compatriotas que, inspirados nas relações históricas de fraternidade entre as duas nações, formaram uma frente unida em setores-chave para o bem-estar das pessoas mais vulneráveis.

Os premiados prestaram homenagem a Simón Bolívar e ratificaram a decisão de Cuba, reiterada pelo primeiro secretário do Partido, general-de-exército Raúl Castro, e pelo presidente Miguel Díaz-Canel Bermúdez, de «que manteremos solidariedade e cooperação com a República Bolivariana da Venezuela e seu governo legítimo sob a presidência de Nicolás Maduro Moros», uma disposição que, como nunca antes, confronta a agressão imperial.

Somente na saúde pública, neste ano, foram dadas mais de 74 milhões de consultas médicas; a Missão Milagrosa excede 50.000 operações oftalmológicas; e nos Centros de Diagnóstico Abrangentes, mais de 18.000 intervenções cirúrgicas foram feitas.

É uma pequena amostra de quanto o Acordo de Cooperação Integral Cuba-Venezuela, assinado por Fidel e Chávez em 30 de outubro de 2000, fornece uma base programática de 1.446 projetos de colaboração, que trazem benefícios em áreas da produção agrícola-alimentar, esporte, cultura, energia e educação, entre outras.

O ato político-cultural teve lugar no mausoléu Quartel da Montanha 4F, e lá reafirmaram a lealdade ao comandante eterno Hugo Chávez Frías, demonstrando que a semente da complementaridade, plantada por suas ideias e as do invencível Comandante-em-chefe Fidel Castro, está dando frutos na nação irmã.

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