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sexta-feira, 12 dezembro, 2025

Frente Ampla Global: Um só Brasil, um só planeta, uma só humanidade

Foto: Reprodução
Césa Fonseca
Discurso extraordinário: declaração de amor aos povos, que somente estarão livres do desastre ambiental se formarem FRENTE AMPLA GLOBAL contra ele que virou ameaça global permanente; as causas, certamente, estão na desigualdade social, promovida pelo desenvolvimento anárquico capitalista sem freio, nem regras, nem piedade, a desarticular as relações sociais e a intensificar as lutas de classe, decorrentes da exploração econômica em favor do deus lucro, sem limites, que leva à autodestruição.
O compromisso com as limitações necessárias para barrar o desmatamento advirão do esforço da formação da FRENTE AMPLA, obra humana, política, aristotélica, contra as ameaças destrutivas.
A realização da próxima COP28, na Amazônia, e a efetiva união dos países amazônicos, na execução dessa tarefa, transformarão o Brasil na fonte de inspiração para construção de nova sociedade; esta, evidentemente, erguerá nova consciência universal, despertada pela necessidade de sobrevivência do conjunto social comprometido com um só propósito: a paz mundial.
As bases desse compromisso ficarão nos parâmetros do novo mundo, que, ainda, vive, sob capitalismo, na pré-história da humanidade.
Lula cantou, hoje, no Egito, um dos berços da civilização, o despertar da união dos povos, separados por interesses divergentes que impedem a plena solidariedade humana, pari passu à economia solidária, socialista.
Até agora, o saldo, como mostra o discurso lulista, sinaliza tenebroso desequilíbrio que inviabiliza a vida em equilíbrio dinâmico tocado por irresponsáveis demandas destituídas de bom senso, o que nega a essência do demasiado humano, incompatível com a negação de si mesmo e o seu oposto que eliminam a contradição intrínseca a sua própria unidade.
Só a FRENTE AMPLA GLOBAL capaz de preservar tal unidade garantirá a pregação de Hegel sobre o movimento necessário do eterno devir imposto por ele próprio, em si, por si, para si, mesmo, no entendimento lógico de que o real é racional e o racional é real.
Afinal, como completa o mestre da dialética: “Tudo muda, só não muda a lei do movimento segundo a qual tudo muda.”
http://brasil247.com/…/leia-a-integra-do-discurso-de…

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