Emiliano José
Recebi hoje, do camarada Jorge Ferrera, dirigente revolucionário cubano, informações sobre a dramática situação da Ilha diante do violento, cruel, perverso bloqueio contra o país.

O império norte-americano não só prossegue cerco iniciado logo após a Revolução de 1959, tentativa de sufocar a iniciativa dos guerrilheiros de Sierra Maestra, como o eleva a uma nova etapa, superior a todas as outras, desta vez com a proposta de levar o povo à fome e com isso provocar rebeliões internas destinadas a desestabilizar o projeto iniciado no fim dos anos 1950.

Desde os últimos dias de janeiro e durante todo fevereiro e até este mês de março, Cuba não recebeu uma gota de petróleo, de combustível.

Isso, óbvio, provoca apagões diários de oito a 15 horas, além do impacto na produção, nos serviços, na educação, na cultura, na saúde, nos esportes, em todas as atividades vitais.
Acontecimentos importantes tiveram de ser adiados, como o Congresso do Partido Comunista Cubano, a Feira Internacional do Livro, o Congresso Internacional de Universidades, entre tantos outros, e tudo isso acaba por aumentar as dificuldades do país.
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