Imagine, caboco, se uma moeda resolvesse analisar o cotidiano. Muito possivelmente, Cara teria uma opinião diferente de Coroa. Não porque a realidade mudasse, mas porque o ponto de apoio do olhar jamais é neutro. Cada lado veria os mesmos fatos — o mesmo ruído, o mesmo cansaço, as mesmas contradições —, mas lhes atribuiria sentidos distintos. Quer ver como é?