San José, (Prensa Latina) Os participantes no I Encontro mesoamericano e caribenho pela paz e dignidade da Venezuela bolivariana afirmaram que a Assembleia Constituinte é uma mostra irrevogável de plenitude democrática, soberana e de autodeterminação do governo venezuelano.
‘Ao ser a Assembleia Constituinte unicamente redatora, e o povo aprobativo via referendo, mostra-se a inexistência de um suposto golpe de Estado ou ditadura, já que não existe a nível jurídico maior símbolo de democracia que o poder originário constituinte’, destaca a Declaração Final da reunião, realizada aqui nesta sexta-feira.
O governo da Costa Rica e o chanceler Manuel González chama da forma mais veemente a cessar ‘seu intervencionismo grosseiro, irresponsável e sem conteúdo fático e jurídico ao processo de diálogo na Venezuela’.
Deve ser reconhecido e respeitado o processo constituinte legitimamente convocado peloor presidente da República bolivariana, e ratificado nas urnas por mais de oito milhões de venezuelanos, indica e agrega que como costarriquenses e latino-americanos exigimos o respeito histórico à vontade democrática dos povos.
Os assinantes repudiam os atos violentos de onde queira que estes provenham, portanto desde a sociedade civil, os sindicatos, movimento estudantil, setor ambientalista, movimentos comunais e partidos políticos, chamam a cessar as ingerências e ameaças de intervenção militar contra a Venezuela.
No Encontro, efetuado nos escritórios da deputada da Frente Ampla Ligia Falhas, participaram representantes dos setores humanistas e progressistas da Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá e Venezuela.
‘Reuniu-nos em San José, Costa Rica, o dever da América Latina de acompanhar solidariamente ao povo venezuelano que enfrenta uma brutal agressão do imperialismo ianque e de uma burguesia apátrida, fascista e criminosa’, indica outro texto aprovado pelos assistentes.
Estamos ao lado do povo venezuelano porque a Revolução bolivariana é herdeira legítima das ideias do Libertador e da tradição forjada pelos combatentes e os mártires da luta por liberdade e a independência, exalta o documento.



