Redação Pátria Latina
O ataque dos Estados Unidos da América (EUA), na madrugada do sábado, dia 3/1/2026, à Caracas e outras localidades venezuelanas (Base aérea em La Carlota, Base militar Forte Tiuna, aeroporto e porto em La Guaíra), a pretexto de o Presidente Nicolás Maduro (1962) e sua esposa Cilia Adela Gavidia Flores de Maduro (1956) serem narcotraficantes, aprisionando-os para julgamento em Nova Iorque, deveria colocar muitos brasileiros em alerta.
Em primeiro lugar, para saber se realmente estão vivos; e se não foram torturados. O que poderá acontecer com parlamentares e governadores brasileiros.
Depois porque o Congresso Nacional vem tomando a defesa dos marginais (PEC da Blindagem), da impunidade para criminosos (PL da Dosimetria), e é esperado que acolha, na eleição deste ano, dirigentes do Comando Vermelho e do Primeiro Comando da Capital, maiores organizações criminosas com ação em diversos estados do Brasil.
Isso sem trazer à questão os governadores estaduais que vêm sendo vistos e fotografados com reconhecidos bandidos, até já condenados,
Também o Brasil é importante país na rota do tráfico sul-americano, com imensa fronteira terrestre e marítima facilitando a entrada e saída de drogas.
Isso seguindo o ritual adotado pela Casa Branca.
Porque, se pensarmos que é o petróleo, do qual os EUA são carentes, o Brasil está na mira. É o segundo país com maiores reservas de petróleo na América Latina, só perdendo para a Venezuela. Depois é rico em minerais muito importantes para a indústria atual, como o nióbio, lítio, tântalo, grafite e terras raras (neodímio e lantânio).

Assim, se não vingar a bandidagem nacional, os EUA podem apelar para doutrina Monroe, versão Trump, 2025.
Finalmente, a questão da química com Lula, pode virar pólvora e explodir. Somos bons em discursos e péssimos em ações objetivas.
Depois, os estadunidenses já conhecem e exploram as riquezas amazônicas, assediados por proteções ambientais e aos índios. Ficaria menos onerosa esta exploração se pudessem eliminar os índios e colocar fogo na mata.
Portanto, estamos na fila, muito à frente dos demais latino-americanos, apenas um pouco mais distantes do petróleo venezuelano.
Quanto a ter presidente ditador, ora meus caros, ditador são todos que não concordam com os EUA e reagem a cumprir seus desejos.
Aguardemos os próximos lances e veremos se a cara de pau do Trump é capaz de colocar a Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, no lugar conquistado nas urnas por Maduro.


