Essa dívida do setor privado está dividida em cinco mil e 16 milhões do setor comercial e dois mil e 284 milhões do setor financeiro.
Agora, a dívida externa bruta total da Argentina subiu para 316,935 bilhões no final do terceiro trimestre de 2025, marcando um novo recorde após um aumento de 3,2% em comparação com o trimestre anterior, um valor que ultrapassa 46% do Produto Interno Bruto do país.
Devido às políticas financeiras e monetárias do governo de Javier Milei durante 2025, a dívida argentina apresentou uma tendência de alta, impulsionada por novas emissões de dívida e compromissos do Banco Central, de acordo com consultores independentes.
Levando em consideração as dívidas em pesos argentinos, a dívida real total ultrapassa 400 bilhões de dólares, afirmou o ex-presidente do BCRA, Alejandro Vanoli, em entrevista ao programa Sin Corbata, da Rádio Splendid.
Muitos dos compromissos são de longo prazo, embora persistam desafios de curto prazo relacionados à sustentabilidade e às reservas líquidas, alertam eles.
O BCRA especifica que o principal componente da dívida privada estava na área de importações de bens, que representaram 35 bilhões e 55 milhões, e em segundo lugar estavam os empréstimos financeiros (29,581 milhões) e os títulos de dívida detidos por estrangeiros (16,011 milhões).
Em relação ao endividamento no setor financeiro, o aumento deveu-se ao crescimento dos empréstimos financeiros e à emissão de mais títulos de dívida.