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Postado em 19/11/2015 12:24

Candidato sul-africano pretende restaurar credibilidade da FIFA

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Pretória, 18 nov (Prensa Latina) O sul-africano Tokyo Sexwale estabeleceu o compromisso de, se chegar à presidência da Federação Internacional de Futebol (FIFA), restaura sua credibilidade, questionada hoje perante os olhos do mundo.

Sexwale também se referiu à necessidade de reformar o máximo órgão do futebol mundial, marcado por um escândalo de corrupção há vários meses.

Ao divulgar seu programa eleitoral ontem, o candidato ao assento da FIFA reiterou sua postura sobre o racismo, o qual, disse, não tem cabida no esporte.

Além disso, defende a participação de mais times na Copa do Mundo e que a África desempenhe um papel mais importante no futebol mundial.

Na semana passada, Sexwale comentou em uma entrevista na televisão que tem a esperança de contar com o voto africano para se converter no próximo presidente da FIFA.

O empresário, ativista anti-apartheid e ex-prisioneiro político, destacou que “parceiros africanos estão agora confiando em mim. Também espero que eu possa confiar neles, quando ocorrer a apuração final em fevereiro”.

Com 54 associações membros, a Confederação Africana de Futebol (CAF), tem o maior número de votos, seguida de perto pela União de Associações Europeias de Futebol (UEFA), com 53.

No entanto, a história tem demonstrado que ser africano não se traduz de forma automática no apoio necessário do continente, indicou o relatório do canal SABC ao lembrar das licitações da Copa Mundial da FIFA 2006, onde finalmente ganhou África do Sul em 2010.

A FIFA anunciou há poucos dias os cinco candidatos aprovados para o posto. Junto a Sexwale, estão Jérome Champagne (França), Gianni Infantino (Suíça), Ali Bin Al Hussein (Jordânia) e Salman Bin Ebrahim Al Khlalifa (Bahrein).

A votação se realizará em 26 de fevereiro de 2016 em Zurique durante um congresso extraordinário convocado pela FIFA, de onde sairá o sucessor de Joseph Blatter, que renunciou ao cargo em junho devido ao escândalo em curso, motivo pelo qual é investigado pelas autoridades suíças assim como outros diretores.

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