Ativistas expulsos de Israel chegam ao aeroporto de Istambul, em 21 de maio de 2026.
Ativistas do Sumud revelaram terem sofrido torturas brutais, espancamentos e choques elétricos pelas forças israelenses após serem presos por tentarem romper o bloqueio a Gaza.
HispanTV – Os ativistas relataram que, após a prisão, foram submetidos a condições de extrema violência em centros de detenção israelenses, onde sofreram repetidas agressões físicas, humilhações e tratamentos degradantes durante o cativeiro.
Ao chegarem ao Aeroporto Internacional de Istambul, os 422 ativistas da Flotilha Global Sumud, provenientes de mais de 40 países e transportados em três voos da Turkish Airlines, foram recebidos por equipes de mídia que registraram seus depoimentos e ferimentos visíveis, nos quais descreveram as condições em que foram detidos antes de sua expulsão do Aeroporto Ramon, nos territórios ocupados.
Entre os depoimentos recolhidos em Istambul, a médica irlandesa Margaret Connolly, irmã da presidente irlandesa Catherine Connolly, denunciou condições de detenção “extremamente duras e desumanas” e afirmou que as autoridades de ocupação mantiveram cerca de 50 civis indefesos durante três dias num contentor metálico “sujo”, sem água, sem comida suficiente e sem artigos básicos de higiene, como sabão ou papel higiénico.
O ativista canadense Michael Frantz acrescentou que os detidos foram transportados em contêineres de metal localizados em navios de guerra convertidos em centros de detenção do regime israelense, onde foram forçados a dormir em pisos de pedra em condições extremamente precárias.
Por sua vez, o ativista identificado como Mayid relatou que ele e outro participante foram atingidos à queima-roupa por balas de borracha nas pernas e permaneceram por quase seis horas sem atendimento ou assistência médica, abandonados deliberadamente à dor.
Ativistas afirmam: “Não deixaremos de apoiar a Palestina, apesar da tortura.”
Ao final de suas declarações, os ativistas enfatizaram que a dor e o sofrimento que suportaram são “mínimos” em comparação com o que o povo palestino enfrenta em sua resistência contra a opressão e o genocídio em curso na Faixa de Gaza, e reafirmaram que não abandonarão seu apoio ao povo palestino.
Os ministros das Relações Exteriores de dez países condenaram “nos termos mais veementes” os recentes ataques israelenses contra a Flotilha Global Sumud e expressaram sua “grande preocupação” com as intervenções em águas internacionais e as prisões de ativistas.
Nesse contexto, as críticas se intensificaram após a divulgação de imagens relacionadas ao caso, nas quais o Ministro da Segurança Interna de Israel, Itamar Ben-Gvir, maltrata os detidos, o que provocou forte condenação internacional.
Na quinta-feira, a flotilha Sumud, composta por 54 embarcações, partiu da cidade turca de Marmaris em uma nova tentativa de romper o bloqueio imposto por Israel a Gaza desde 2007. Na segunda-feira, as forças navais israelenses começaram a apreender embarcações da Flotilha Global Sumud que tentavam romper o bloqueio a Gaza em águas internacionais do Mar Mediterrâneo, além de prender ativistas.
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