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Postado em 15/12/2016 5:23

Apesar da “crise” e dos “trouxinhas”, Petrobrás está prestes a recuperar o posto de maior empresa do país

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Com um material humano altamente qualificado, Petrobrás – apesar dos “trouxinhas” – volta a se destacar como uma grande empresa.

ENTREOUVIDO NA REDAÇÃO DE PATRIA LATINA
Desde sua criação a PETROBRÁS foi vítima de ataques, calúnias, desinformações de toda ordem.
Apesar disso não parou de crescer. Foi pioneira na exploração de petróleo em águas oceânicas e com tecnologia própria venceu desafios que a fizeram vencedora de inúmeros prêmios internacionais
de qualificação tecnológica. Teve, além dos inimigos externos, inimigos internos, como os dirigentes de 1994 a 2002 que, entre outros malefícios, desestruturaram os modelos de gestão e de organização da empresa permitindo que elementos criminosos pudessem, em cumplicidade com políticos e empresários, saquear a companhia. E isto foi aproveitado pelas forças antinacionais que sempre pregaram a destruição da Petrobrás, com a ação conivente do judiciário, para divulgar inverdades e agir dolosamente contra a Empresa.
Hoje, num recorde técnico, econômico e gerencial, o pré-sal, que diziam ser um elefante branco, que não havia tecnologia para produzir seu petróleo, atinge a marca de 1 bilhão de barris de petróleo já produzidos.
Um feito notável para reservatórios com 10 anos de descobertos em águas profundas e condições até então inéditas. Só um governo que se apropria por golpe do poder, empenhado em se desfazer da Petrobrás, pode ser cínico bastante para comemorar este feito. É ao denodado esforço de seus técnicos, que nunca se deixaram abater pelas injúrias e perseguições políticas, que devemos ressaltar e comemorar. (Pedro Augusto Pinho)
Mauro Santayana
Em um movimento que começou em fevereiro, a Petrobras deverá recuperar, nas próximas semanas, o posto de empresa mais valiosa do país, temporariamente ocupado pela AMBEV.
 Em dezembro de 2014, com ENQUANTO MUITA GENTE CORRE DELAS, UM DOS HOMENS MAIS RICOS DO MUNDO MULTIPLICA SUA COMPRA DE AÇÕES DA PETROBRAS já alertávamos que a queda das ações da Petrobras era passageira, e que quem tirasse seu dinheiro da bolsa apenas estaria facilitando a criação de fortunas por investidores estrangeiros, como George Soros, por exemplo.
Em 2016, a  Petróleo Brasileiro Sociedade Anônima já se valorizou em 200 bilhões de reais, (em 2016 suas ações preferenciais subiram 120% e as ordinárias, em 110%), e essa curva ascendente tem espaço para  subir  ainda mais, com a queda da produção – e consequente aumento dos preços da commoditie – em países produtores não vinculados à OPEP – Organização dos Países Exportadores de Petróleo.
Uma verdadeira paulada na cabeça de muitos brasileiros que se deixaram enganar pelo destrutivismo e o pessimismo anti-petrobras, da mídia, no processo pré impeachment.
E dos trouxinhas ideologicamente manipulados que torciam antes da queda de Dilma para que as ações da Petrobras chegassem a 5 reais e acreditaram – e continuam acreditando, em sua maioria –  que a empresa tinha sido definitivamente  quebrada pelo PT.
Muitos deles venderam suas ações aos gringos e aos especuladores de sempre, a preço de banana, no início do ano, e  agora ainda terão de pagar mais caro pelo preço da gasolina nas bombas nacionais, com a vaga promessa da nova diretoria da BR de que, se o petróleo voltar a cair nos mercados internacionais, os preços também cairão nos postos, dentro do Brasil.
Você acredita nisso, caro leitor?
 Nem nós.
Há algumas semanas – lembram ? – dirigentes da empresa foram à mídia anunciar, com estardalhaço oficial, uma queda desse tipo (extremamente “generosa”, de 1.5% na distribuidora) e o que se viu foi aumento do custo da gasolina nas bombas, em quase todo o Brasil – o preço não caiu nem no posto da Salete, na fictícia São Dimas, da Rede Globo.
É essa empresa, com uma tremenda capacidade de recuperação, cuja produção não para de crescer dentro do país, que está tendo seus principais ativos, até mesmo de distribuição, esquartejados, desnacionalizados e vendidos na bacia das almas aos estrangeiros.
De olho nesse espólio, oferecido com a velha desculpa da suposta fragilidade financiera da BR, estão compradores potenciais como a EXXON, cujo CEO,  Rex Tillerson, acaba de ser escolhido por Donald Trump para ser o próximo Secretário de Estado (Ministro das Relações Exteriores) dos EUA.

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