Ela pretendia fazer o seu doutorado em letras, centrando o foco sobre literatura brasileira e quis verificar in loco como era mesmo o Brasil. No início de julho de 1973, viajou ao Rio no voo do boeing 707 da Varig, o mesmo avião que, ao retornar, incendiaria fazendo pouso forçado numa plantação de cebolas próxima ao aeroporto de Orly, o que causou a morte de 123 pessoas. Ela soube da notícia já na Bahia, pouco antes da experiência que viveu e lhe permitiu ver outros brasis.
“Alma brasileira – Luzes e Sombra” foi justamente o tema do congresso realizado em Búzios (RJ), em 2014, que discutiu a formação nacional brasileira, criticou o ufanismo e o complexo de vira-lata e retomou criticamente a noção do “homem cordial”, ora visto como fraterno, ora como produto de um sistema clientelista e coronelista.