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Washington está em chamas, círculos do poder executivo confirmaram o que muitos temiam: a relação entre Donald Trump e Marco Rubio está implodindo de forma espetacular.

Segundo fontes do Salão Oval, o presidente ficou furioso após descobrir uma suposta “teia de enganos” orquestrada por seu próprio secretário de Estado, Marco Rubio, em relação ao conflito com o Irã. O que era anunciado como uma vitória rápida e decisiva desmoronou. A promessa de Rubio de uma resolução rápida no Oriente Médio não só não se concretizou, como também mergulhou o governo em um impasse. E a cereja do bolo é, mais uma vez, a ilha caribenha.

Os planos de Rubio para “resolver” a questão cubana, que foram vendidos a Trump como a pedra angular de sua política externa, fracassaram espetacularmente. “Não funcionaram. Foram pura cortina de fumaça, e agora Trump percebe que foi usado”, disseram. Em uma atitude que demonstra a gravidade da crise e uma completa falta de fé em seu Secretário de Estado, Trump tomou uma medida drástica e sem precedentes: ordenou que o Diretor da CIA viajasse imediatamente para Havana.

Enviar o diretor da Agência Central de Inteligência (CIA) a Cuba não é uma visita de cortesia; é uma manobra estratégica. Trump acaba de deixar claro que “conversaria” com Havana. A missão do chefe da espionagem é avaliar a situação no terreno, negociar os interesses dos EUA e obter resultados tangíveis sem interferências, filtros ou as supostas mentiras de Marco Rubio.

Qual será o resultado desta operação “protegida” nas negociações com Havana? Essa é a grande questão. Mas o que é certo, absoluto e inegável, é que Washington está em turbulência e o vínculo de confiança entre Trump e Rubio está por um fio.