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Cuba

Postado em 13/06/2021 10:16

A espúria e interferente resolução aprovada no Parlamento Europeu reflete o duplo padrão em relação a Cuba

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Mais uma vez, o Parlamento Europeu desempenhou o triste papel de refém de um pequeno grupo de eurodeputados de extrema direita obcecados por destruir a Revolução Cubana, que demonstraram uma ligação com organizações com sede em Miami, financiadas pelo Governo dos Estados Unidos, disse, por meio de uma declaração, a Comissão das Relações Internacionais da Assembleia Nacional do Poder Popular.

O texto, publicado no site do Parlamento cubano, acrescenta que «a espúria e interferente resolução que acaba de ser aprovada no Parlamento Europeu reduz a credibilidade daquela instituição e reflete o duplo padrão para com a nação cubana. «Não há nenhuma intenção de cooperação ou diálogo, nem a menor expressão de respeito por Cuba como país livre, independente e soberano».

Por estas razões, a Comissão das Relações Internacionais do Parlamento cubano reiterou a rejeição mais enérgica a esta monstruosidade promovida pelos representantes mais extremistas dos grupos políticos espanhóis Partido Popular e Vox, «que não têm autoridade moral para julgar Cuba e que transferiram seus ressentimentos políticos internos contra o atual executivo daquele país perante o Parlamento Europeu».

«Perante a retórica violenta, vulgar e neofascista deste grupo minoritário de deputados europeus, levantaram-se vozes dignas que expuseram a verdade sobre Cuba e qualificaram esta ação como hipocrisia. Referiram-se ao bloqueio aos Estados Unidos como a violação mais flagrante dos direitos humanos do povo cubano e exigiram sua eliminação, defendendo o desenvolvimento de uma relação respeitosa e construtiva entre Cuba e a União Européia», acrescenta o texto.

A declaração chama a atenção para o fato de que uma resolução como essa, atormentada por padrões duplos, não nos tira o sono. «Os legisladores cubanos, junto com o povo, do qual somos parte indissociável e ao qual nos devemos, trabalham para fortalecer a estrutura normativa de nossa nação, que prioriza o pleno gozo de todos os direitos humanos para todas as pessoas».

Assinala que, em Cuba, a cultura é universal e o Estado preserva o acesso cada vez maior do povo a todas suas manifestações. «A cooperação médica cubana, da qual também se beneficiaram os povos europeus, é um paradigma da projeção externa da Revolução a partir do princípio de José Martí de que pátria é humanidade».

«As campanhas promovidas pelos inimigos e seus lacaios fracassam, dada a vontade do nosso povo de seguir avançando juntos na construção de uma sociedade cada vez mais justa e democrática. OA razão é e será nosso escudo», conclui o documento.

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