Minha filha, que sempre viu sua instrutora como uma mulher forte — uma patinadora que quebrou tabus, enfrentou uma sociedade conservadora e se tornou um símbolo de rebeldia a ser seguido — se decepcionou profundamente.
A empatia virou um luxo de quem ainda pode parar para pensar. E a comoção, um produto que se consome antes do jantar.