Segundo a sondagem, o novo presidente do Palácio de La Moneda sofreu uma queda de nove pontos percentuais no apoio aos resultados do seu trabalho e atualmente alcança 41 pontos percentuais.
Em relação à sua equipe, a pior avaliada é a porta-voz do governo, Mara Sedini, que teve uma queda de 18 pontos em um mês e mal chega a 24% de aprovação popular.
Em relação ao assunto, a porta-voz oficial tentou minimizar na segunda-feira a baixa popularidade da candidata e garantiu que “às vezes é preciso tomar decisões impopulares, mas o importante é fazê-lo com responsabilidade”.
A funcionária evitou fazer uma autocrítica por problemas como a publicação de comunicados oficiais com erros ortográficos, oratória deficiente e linguagem incoerente em alguns momentos, ou erros no conteúdo de seu discurso.
Outros ministros de Estado com baixa popularidade no primeiro mês e meio de gestão são o Ministro das Finanças, Jorge Quiroz, com 39 pontos; a Ministra da Mulher, Judith Marín (38); a Ministra dos Desportos, Natalia Duco (36); e Trinidad Steinert, da Segurança (36).
Por outro lado, os mais bem avaliados são José García Ruminot, Ministro Secretário Geral da Presidência, com 58%; May Chomali, da Saúde (56%); e Iván Poduje, da Habitação, com 55 pontos.
A pesquisa da Cadem também avaliou a percepção dos chilenos sobre o estado da economia nacional, e 78 em cada 100 disseram que ela está estagnada ou em declínio, enquanto 20 responderam que está progredindo.