© AP Photo / Marinha dos EUA/Information Technician Second Class Ruskin Naval
Uma dezena de incidentes foi reportada pelo Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO, na sigla em inglês)
Desde cedo deste sábado (18), autoridades da República Islâmica do Irã afirmaram que o estreito de Ormuz havia voltado ao estado anterior do cessar-fogo, isto é, fechado para passagem.
Segundo o Conselho Supremo de Segurança Nacional, enquanto houver um bloqueio naval, “a República Islâmica do Irã o considerará uma violação do cessar-fogo e impedirá a abertura condicional e limitada do estreito de Ormuz”.
Por sua vez, o porta-voz das Forças Armadas iranianas, Ebrahim Zolfaghari, vocalizou que o conntrole controle do estreito de Ormuz seguiria com o Irã enquanto os EUA continuam com a ‘pirataria marítima’.
“Infelizmente, os americanos, com seu histórico de repetidas más-fés, continuam a se envolver em banditismo e pirataria marítima com o chamado bloqueio. Portanto, o controle do estreito de Ormuz retornou ao seu estado anterior, e este estreito estratégico está sob a estrita gestão e controle das Forças Armadas do Irã”.
Segundo Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido, organização que opera sob o Ministério da Defesa britânico oferecendo informações sobre a segurança marítima, pelo menos 38 incidentes foram reportados ao redor do golfo Arábico e no estreito de Ormuz. Dentre eles, há pelo menos dois ataques a embarcações. Desde então, dezenas de navios que tentavam passagem retornaram.
Em uma aparência televisionada, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammed Bagher Ghalibaf, afirmou que se os EUA não levantarem o bloqueio “o tráfego pelo estreito será definitivamente restringido”. Ele afirmou ainda que um caça-minas norte-americano foi impedido de prosseguir pelo estreito.
afirmou que uma operação da Marinha dos EUA para a limpeza de minas marítimas foi impedida, e reforçou que o estreito de Ormuz está sob controle iraniano.



